A banda baiana Colibri lança o single “Cuban Coffee”, primeiro lançamento com sua nova formação e um dos destaques da segunda parte da trilogia 3R. A faixa inaugura uma nova fase para o grupo, que agora conta com Paulo Tiano (bateria) e Paulo Pitta (saxofone), ampliando suas experimentações sonoras e explorando novos territórios musicais.
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Gravada entre 2023 e 2024 nos estúdios Cremenow e Mangus, a faixa foi concebida em meio a um processo de adaptação intensa, marcado por ensaios constantes e sessões de gravação semanais. Com uma sonoridade imersiva e ao mesmo tempo atmosférica, “Cuban Coffee” mescla rock, jazz e elementos da música afro-baiana.

A letra, introspectiva e poética, reflete sobre a alienação da vida contemporânea e a busca por autenticidade em um mundo dominado pelo consumo desenfreado. Entre imagens concretas e metáforas afiadas, artistas entregam um contraste entre a superficialidade do cotidiano e a necessidade de reconexão com algo mais essencial. “Cuban Coffee”, que não traz respostas, é um convite a romper com o conformismo e encontrar significado em meio ao caos moderno.
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O instrumental reforça essa narrativa. O saxofone de Paulo Pitta traz camadas de tensão, dialogando com percussões que evocam rituais ancestrais, criando um embate entre a desconexão moderna e a espiritualidade primordial. Tiago Simões assina a produção musical.
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Além de antecipar o lançamento de 3R [pt. II], ‘Cuban Coffee’ integra o ciclo de shows que a banda está preparando para o segundo trimestre de 2025, com apresentações confirmadas em Salvador, Feira de Santana, Aracaju e Alagoinhas. A banda também está em busca de novas oportunidades de shows e negociações para turnês no Nordeste e Sudeste. ‘Após tanto tempo em estúdio, queremos rodar o máximo possível para alcançar o público que conquistamos nas plataformas digitais e que está espalhado por todo o Brasil.’

Capa do single ‘Cuban Coffee’ • Colibri • Selo Independente / distribuição ONErpm • 2025

SINGLE ‘CUBAN COFFEE’ • Colibri • Selo Independente / distribuição ONErpm • 2025
Canção / compositor
1. Cuban Coffee, de Zé Neto
– ficha técnica –
ColibriZé Neto (voz, violões, guitarras base, synth e vocal de apoio) | Tiago Simões (baixo e vocal de apoio) | Paulo Tiano (bateria) | Rodrigo Santos (synths, vocal de apoio) | Paulo Roberto Pitta (saxofone) | Participação: Cassiano Alexandrino (percussão); Levi Vieira (guitarra solo) | Produção musical, mixagem e masterização: Tiago Simões, no Cremenow Studio – Salvador/BA | Gravado no Estúdio Mangus e Cremenow Studio – Salvador/BA, entre 2023 e 2024 | Arte da capa: Rodrigo Santos | Fotos: Kevin Lino | Logo art: Thiago Couceiro | Design: Zé Neto | Assessoria de imprensa: Sarah Martins / Assessoria Bianco | Selo: Independente | Distribuição digital: ONErpm | Formato: single digital | Ano: 2025 | Lançamento: 14 de fevereiro | ♪Ouça o single: clique aqui | No canal da banda: clique aqui.

Banda baiana Colibri – foto: Pedro Ommã

SOBRE COLIBRI
A Colibri (@cantodecolibri) é uma banda baiana formada em 2017, que transita por uma sonoridade experimental e progressiva, explorando os mistérios dos sentimentos e experiências humanas com sensibilidade e profundidade. O grupo passou por transformações ao longo dos anos e hoje é composto por José Neto (voz, guitarra e synths), Tiago Simões (baixo e samples), Rodrigo Santos (synths, guitarra e teclados), Paulo Tiano (bateria) e Paulo Pitta (saxofone).
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O projeto ganhou notoriedade com singles como “Fria Demais”, “Sossego” e “Otherside”, além do disco Canto de Colibri e colaborações com artistas como Tangolomangos, Hiran, Vandal e Galf AC. Suas apresentações se destacam pelo caráter imersivo, combinando performances multi-linguagem e instalações.

Desde os primeiros lançamentos, a Colibri se consolidou como um nome forte na cena independente, figurando entre os 100 melhores discos de 2019 pelo site Melhores da Música Brasileira. Sua identidade sonora é marcada por arranjos densos e atmosféricos, mesclando guitarras hipnóticas, sintetizadores etéreos e percussões minimalistas. As influências do pós-punk, dream-pop, shoegaze e jazz experimental não surgem como releituras, mas como ferramentas de expressão livre, criando conexões semióticas entre a música e o consciente coletivo.
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Atualmente, artistas dedicam-se ao lançamento da trilogia 3R, onde a banda reafirma sua capacidade de reinvenção, incorporando novas camadas estéticas e conceituais à sua obra.

 

Série: Discografia da Música Brasileira / Canção / rock / jazz / afro-baiana/ Single.
* Publicado por ©Elfi Kürten Fenske

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