Discos - com ficha técnica

Rocinante Três Selos relança álbum clássico de Orlandivo – 1977, em edição especial

A Rocinante Três Selos relança, em uma edição limitada, o álbum Orlandivo de 1977, agora disponível em vinil marfim, 180 gramas. Este clássico marca o retorno de Orlandivo Honório de Souza ao cenário musical após 12 anos e é uma verdadeira relíquia para os amantes do sambalanço e da música brasileira. Com toda a energia e o balanço que definiram uma era de transformação musical no Brasil, o álbum chega a você em uma versão especial, disponível em pré-venda no e-commerce:  rocinantetresselos.com
 
Na década de 1960, a bossa nova conquistou o mundo, mas o sambalanço levou mais tempo para alcançar reconhecimento internacional. Surgido em um cenário efervescente dos clubes e boates do subúrbio carioca, o sambalanço foi uma revolução nas ruas, com músicos e compositores fervilhando de criatividade e euforia. Orlandivo, imerso nesse movimento, logo se destacou como cantor, compositor e ritmista, trazendo um sabor único ao samba com seu estilo irreverente e inovador.
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O álbum de 1977, lançado pela Copacabana, é um marco na carreira de Orlandivo. Com os arranjos e teclados de João Donato, que estava se destacando na época com discos voltados ao funk e ao fusion, o LP abre com três faixas energéticas e dançantes: “Tudo Joia”, “Um Abraço no Bengil” e “Gueri-Gueri”, acompanhadas por um time de músicos lendários, como Jose MenezesSivucaCopinhaIvan ‘Mamão’ Conti, e o próprio Donato. Além disso, OrlandivoDurval Ferreira criaram canções com Chico Anysio, como “Juazeiro” e “Disse Me Disse”.

Embora a bossa nova tenha tentado dominar as pautas musicais da época, o sambalanço nunca perdeu sua relevância. Álbuns como este garantem sua eterna importância na história da música brasileira. Como Orlandivo sempre dizia, com total convicção: “Este é um disco que não vai sair de época nunca.”
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Esta edição especial da Rocinante/Três Selos é um vinil marfim de 180g, acompanhado de um envelope impresso com as letras e um texto exclusivo do jornalista e escritor Bento Araujo.

Capa do disco ‘Orlandivo’ • Orlandivo • Rocinante/Três Selos • 1977/2025

Disco ‘Orlandivo’ • Orlandivo • Rocinante/Três Selos • 1977/2025
Canções /compositores
Lado A
A1. Tudo jóia (Orlandivo, Durval Ferreira)
A2. Um abraço no Bengil (Orlandivo, Durval Ferreira)
A3. Gueri-gueri (Orlandivo, Durval Ferreira)
A4. Tamanco no samba (Orlandivo, Helton Menezes)
A5. Juazeiro (Durval Ferreira, Orlandivo, Chico Anisio)
Lado B
B1. Onde anda o meu amor (Orlandivo e Roberto Jorge)
B2. Disse me disse (Durval Ferreira, Orlandivo e Chico Anisio)
B3. Palladium (Ed Lincoln e Orlandivo)
B4. Bolinha de Sabão (Orlandivo e Adilson Azevedo)
B5. A felicidade (Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes)
– ficha técnica –
Do disco – 1977: Voz – Orlandivo | Guitarra – Jose Menezes (nas faixas 1, 2, 3, A) | Guitarra e violão – Durval Ferreira | Contrabaixo – Alexandre | Fagote – Airton | Acordeon – Sivuca | Flautas – Copinha e Geraldo | Órgão, piano elétrico, clavinete, piano – João Donato | Bateria – Mamão e Papão (nas faixas 2, 3, B) | Ritmo – Geraldo Bongo, Helcio Milito, Ariovaldo, Hermes, Chico Batera | Cuíca – | Surdo – Antenor | Coro – Luna e Suzana | Arranjos: João Donato | Direção artística: Paulo Rocco | Produção: Orlandivo | Coordenação artística: J. F. Blumenschein Filho | Técnicos de gravação: Celinho, Deraldo e Luiz Paulo | Técnicos de mixagem: Celinho e Dan Martim | Técnico de montagem: Yedo Golveia | Engenheiro de corte: Jorge Emilio Isaac | Gravado nos Estúdios Somil (16 Canais) e mixado no Estúdio Level | Capa direção de arte: A. Lopes Machado | Lay-out e arte: Luiz Tadeu da Silva | Produtor fonográfico: Som Indústria e Comércio S/A || Edição Rocinante/Três Selos 2025Coordenação geral: João Noronha, Sylvio Fraga e Wladymir Jasinski | A&R: Márcio Rocha, Rafael Cortes | Coordenação gráfica: Mateus Mondini | Coordenação técnica: Pepê Monnerat | Coordenação de prensagem: Vinicius Crivellaro | Licenciamento: Daniel Moura e Joe Lima | Texto e edição de conteúdo: Bento Araújo | Comunicação e marketing digital: Dayw Vilar e Tathianna Nunes (Pantim) | Direção de arte: Bloco Gráfico | Design: Pedro Caldara | Masterização: Ricardo Garcia | Assessoria de imprensa: Pantim Comunicação / Tathianna Nunes e Dayw Vilar | Selo: Rocinante Três Selos | Cat.: R3-069 | Formato: LP vinil marfim, 180 gramas | Ano: 1977/2025 | Relançamento: março 2025 | ♪Ouça o álbum: clique aqui | ♩Compre o disco LP: clique aqui.

Contracapa do disco ‘Orlandivo’ • Orlandivo • Rocinante/Três Selos • 1977/2025ORLANDIVO, POR BENTO ARAUJO
O termo “coexistência pacífica” foi criado pelo líder soviético Nikita Khrushchev para se referir às relações entre União Soviética e os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A coexistência teve início na segunda metade dos anos 1950 e foi uma teoria contrária ao princípio que o comunismo e o capitalismo eram antagônicos e nunca poderiam coexistir em paz. A expressão, de viés utópico, jamais pôde ser aplicada em relação a dois gêneros musicais brasileiros criados simultaneamente naquela mesma época: a bossa nova e o sambalanço.
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Se a bossa nova já correu para conquistar também o mundo, o sambalanço demorou um pouco mais para ser cultuado no exterior. Também, tratavase de uma febre regional, popular, naquele período político ufanista e de urbanização frenética. Enquanto a revolução da bossa era intelectualizada, o levante em nome do balanço e da louvação ao samba vinha do cenário febril dos clubes, boates e bailes do subúrbio carioca. O momento era de transformação, e num misto de inquietação, desassossego, ebulição e euforia, diversos compositores, músicos, cantores e cantoras, contaminaram o samba com o vírus do balanço. A partir de um certo momento, muita gente estava praticando o sambalanço, de Carlos Imperial a Roberto e Erasmo, passando até por Garrincha — que escreveu sua “Receita de Balanço” para Elza Soares gravar, somente em compacto, em 1964.

Curiosamente, muito antes da famigerada invasão das guitarras elétricas na MPB, defendida pelos tropicalistas lá por volta de 1967, o sambalanço já havia eletrificado o samba — através do solovox, o primeiro sintetizador de válvulas monofônico comercializado, criado pela Hammond em 1940 e utilizado com muito sucesso pelos pioneiros do gênero: Djalma Ferreira, Ed Lincoln, Waldir Calmon e Celso Murilo. Da origem no Rio de Janeiro dos anos 1950 a partir dos combos desses organistas, até sua evolução na década seguinte, o sambalanço acolheu em sua pista de dança nomes como Elza Soares, Doris Monteiro, Waltel Branco, Sylvio Cesar, João Roberto Kelly, Eumir Deodato, Walter Wanderley, Miltinho e muitos outros. Mas quem deixou a mais marcante presença e melhor precisou a diferença entre a bossa nova e o sambalanço foi Orlandivo, com uma singela explanação: bossa nova era música para se ouvir sentado, bebericando, enquanto que o sambalanço era dançante, música para jogar a cadeira longe e sair sacolejando ao som sincopado, repleto de adaptações fonéticas e modelos onomatopaicos. Se na literatura as onomatopeias são muito utilizadas para aumentar a expressividade do discurso, podendo gerar efeitos de humor e facilitar a memorização do trecho, no sambalanço não é diferente.
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Cantor, compositor, batuqueiro e irremissível ritmista com seu inseparável molho de chaves, Orlandivo Honório de Souza nasceu em Itajaí, Santa Catarina. Seu pai era da Marinha Mercante e um dia apareceu com um rádio, de válvula. A música mudou a rotina da casa, mas o pequeno Orlandivo ficou maluco mesmo quando ganhou uma gaita de boca de um amigo de seu pai. Aos oito anos de idade se atracou ao instrumento e não largou mais. Logo já estava se apresentado no rádio, depois que a família se mudou primeiro para Santos, depois para o Rio de Janeiro, onde vendeu bala em cinema e fez amizade com Grande Otelo. No serviço militar foi colega de Martinho da Vila e Paulo Silvino, com quem criou uma parceria em cerca de 30 canções — Paulo adorava escrever e Orlandivo tinha facilidade tremenda em criar melodias.

Orlandivo começou a mostrar suas canções para amigos e também para alguns de seus ídolos, como Miltinho, que cantava na boate Drink, como integrante da banda do organista Djalma Ferreira. Na mesma boate conheceu Ed Lincoln e mostrou suas músicas, tendo como acompanhamento o seu inseparável molho de chaves. Logo estava trabalhando em bailes pelo subúrbio carioca como integrante da banda de Lincoln, que apresentou o garoto para Nilo Sérgio, o proprietário do selo Musidisc. Não deu outra, 1962 foi o ano de Orlandivo, que naqueles 12 meses lançou dois compactos duplos e dois LPs completos pela Musidisc: A Chave do Sucesso e Orlann Divo. O maior sucesso foi “Samba Toff”, um “sambinha infernal” onde Orlandivo traduzia com maestria o ritmo para a palavra. Com o balanço que somente o seu chaveiro recheado com sete chaves lhe dava, lançou mais dois álbuns também pela Musidisc: Ed Lincoln, Orlann Divo, Nilo Sergio (1964) e Samba em Paralelo (1965).
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Após Samba em Paralelo, foi trabalhar com jingles e televisão. Foi produtor do programa Som Livre Exportação, da Rede Globo e depois se encaixou perfeitamente com a produção humorística (e musical) de Chico Anysio e Arnaud Rodrigues. A dupla de humoristas estava planejando uma paródia com Caetano Veloso e a turma dos baianos e tramando um disco. O LP do projeto Baiano & Os Novos Caetanos é lançado em 1974 e contém duas parcerias de Orlandivo com Arnaud: “Selva de Feras” e “Vô Batê Pá Tu”, essa última um grande sucesso, inclusive pela Europa, onde foi regravada por artistas de diversos países. Na França, era executada com frequência nas danceterias, o que levou Orlandivo ir presenciar in loco seu sucesso, tanto em Paris como em Cannes, onde deu canjas em um restaurante. Numa bela noite, entrou pela porta o dono da Continental, Adiel Macedo de Carvalho, que, impressionado, ofereceu a gravação de um novo LP direcionado ao mercado europeu, um álbum que fosse uma fusão do sambalanço com o funk, gênero tão em voga naquele momento pelo mundo.
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Orlandivo, o disco lançado pela Copacabana em 1977, marcava o fim de um hiato de 12 anos sem gravar. Na França foi lançado com capa e título diferentes: Meu Brasil. Cuidando dos arranjos e dos teclados estava João Donato, que naquela década havia enfileirado uma impressionante série de discos voltados ao funk e ao fusion, como A Bad Donato, DonatoDeodato, Quem é Quem e Lugar Comum. “Ó, vai procurar o Ed Lincoln, pois eu não sei fazer disco pra vender”, insistia Donato, que custou a ser convencido a trabalhar no disco de Orlandivo.

No excelente livro Sambalanço, a bossa que dança, um mosaico, de Tárik de Souza, Donato foi questionado sobre esse trabalho e sobre como Orlandivo criava suas composições, sem tocar um instrumento. A resposta de Donato foi: “Música é intuitiva, música vem do coração, da imaginação, tem muito sambista de morro que toca em uma caixa de fósforo, que faz sambas maravilhosos também. Orlandivo é um grande talento, grande personagem. Ele era o meu estilo de música, o sambalanço que nós gostávamos de tocar. Era tudo em cima de um ritmo gostoso de se fazer. Meio Chacrinha né, popularesco. Bacana. É muito bom, as pessoas gostam, eu gosto, todo mundo gosta”.
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A volta de Orlandivo ao disco foi celebrada pelo amigo Chico Anysio, que assinou um texto divertido e comovente na contracapa do LP, alertando: “Melhor pra você, que tem de volta, novinho em folha, esse cara muito legal que canta tão bem quanto nós pensamos cantar quando estamos no banheiro. Obrigado, Divo, pela sua volta, transando uma boa. A gente estava precisando de você”.
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No Brasil de 1977, onde os jovens queriam dançar e curtir música com groove e balanço, é óbvio que todos estávamos precisando do Divo. Lembrando que, em 1977, também foram lançados álbuns sacolejantes como Maria Fumaça (Banda Black Rio), Bicho (Caetano Veloso), Refavela (Gilberto Gil), São Paulo • Brasil (Cesar Mariano & Cia.), Black Soul Brothers (Miguel de Deus), Trio Mocotó (Trio Mocotó), O Dia Em Que a Terra Parou (Raul Seixas), Gerson King Combo (Gerson King Combo), União Black (União Black), Som e Palavras (Silvio Cesar), Águia Não Come Mosca (Azymuth) e Pra Que Vou Recordar (Carlos Dafé), entre muitos outros.
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O LP de Orlandivo trazia diversas releituras. “Onde Anda o Meu Amor”, foi um tema que ele compôs com Roberto Jorge e que pintou originalmente em seu disco de estreia. Jorge Ben, um de seus ilustres fãs, a regravou em seu segundo LP, Ben é Samba Bom (1964). “Bolhinha de Sabão”, uma coautoria com Adilson Azevedo, foi um presente para Sônia Delfino, que estourou com uma versão da divertida canção, depois regravada pelo Trio Esperança e outras dezenas de artistas. “Tamanco no Samba”, criada em parceria com Hélton Menezes, surgiu de encontros de Orlandivo com uma namorada que morava no mesmo prédio de Hélton, em Copacabana. Antes de surgir nesse disco, havia aparecido em versões de diversos nomes como Zaccarias e Seu Conjunto, Trio 3-D, André Penazzi, Célia Reis, Mike Falcão, Alberto Mota e seu Conjunto e até no disco norte-americano do Tamba 4, Samba Blim, que foi o nome dado também a “Tamanco no Samba” nesse álbum. Orlandivo, na época, ligou para a gravadora e solicitou que colocassem o subtítulo com o nome original da sua composição, caso contrário ele ficaria sem receber o direito autoral de sua própria criação. O LP do Tamba 4, lançado pela CTI Records, trazia outra canção de Orlandivo, com Ed Lincoln, também presente neste seu disco de 1977: “Palladium”. Lincoln, por sua vez, havia gravado o tema em 1964, em seu LP A Volta. Até “A Felicidade”, de Jobim e Vinicius, ganhou uma versão em Orlandivo, o disco.

A abertura do álbum é com três pedradas de Orlandivo e Durval Ferreira: “Tudo Jóia”, “Um Abraço no Bengil” e “Gueri-Gueri” — dançantes e perfeitas, com o acompanhamento certeiro de Jose Menezes, Sivuca, Copinha, Ivan “Mamão” Conti, Helcio Milito, Chico Batera e João Donato. Orlandivo e Durval criaram ainda duas canções do LP com o amigo Chico Anysio: “Juazeiro” e “Disse Me Disse”.
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Anos depois, já nos anos 90, o telefone de Orlandivo não parava de tocar numa madrugada. Era Tim Maia, avisando que o amigo precisava pegar o primeiro avião rumo à Inglaterra, pois seu sobrinho, Ed Motta, havia passado por Londres e percebido que o que rolava nas pistas era Orlandivo, Marcos Valle e João Donato. Após a explosão do acid jazz na Inglaterra dos anos 80, Orlandivo virou um álbum cultuado e procurado por muitos DJs de todo o planeta. Graças a pirataria desenfreada na época dos CD-Rs, o disco chegou aos ouvidos de uma nova geração. Jô Soares chamou o cantor para uma entrevista e começou o renascimento do interesse pela obra do mestre do sambalanço também no Brasil, que culminou com o relançamento de Orlandivo em CD pela EMI, no Brasil, Europa e Japão, e também com o lançamento de um novo álbum, Sambaflex (2005).
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Mesmo com a bossa nova tentando sufocar o sambalanço na disputa pelos ensaios jornalísticos e pelo respeito dos ouvintes, o sambalanço continua vivo, muito graças ao redescobrimento de álbuns formidáveis como este que você segura em mãos. Como Orlandivo dizia, com toda razão, este “é um disco que não vai sair de época nunca”.
[Orlandivo / Por Bento Araujo, no encarte da nova edição]

Orlandivo. Texto de Chico Anísio

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Projeto Rocinante Três Selos
A paixão pelo vinil uniu, em novembro de 2023, três grandes nomes do mercado nacional em uma colaboração inédita: a fábrica Rocinante, localizada em Petrópolis, a Três Selos, renomada por sua seleção especial de lançamentos em vinil, e a Tropicália Discos, uma loja icônica do Rio de Janeiro com mais de 20 anos de expertise na divulgação da música brasileira.
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Essas referências do mercado se unem para apresentar com excelência algumas das obras mais marcantes da música brasileira, incluindo nomes consagrados como Chico CésarGilberto GilHermeto Pascoal, NovelliTulipa RuizCéu, Baiana SystemBarão VermelhoAnelis AssumpçãoDona OneteAlceu ValençaOs Orixás, Chico BuarqueDjavanCólera, Tim Bernardes, Moacir Santos. Com um projeto gráfico inovador e utilizando as melhores prensas de vinil do país, essa parceria promete elevar ainda mais a música brasileira, celebrando sua riqueza e diversidade em cada lançamento.

>> Siga: @tres.selos | @rocinantetresselos | @fabricarocinante | @tropicaliadiscos

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Série: Discografia da Música Brasileira / Canção / álbum.
* Publicado por ©Elfi Kürten Fenske

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